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Bens de consumo duráveis contribuem para crescimento da Indústria

Fonte: Ibge
Repórter: João Neto
Imagem: Divulgação NISSAN
Arte: Marcelo Barroso
Edição Opine: Guilherme Melo

 

Impulsionada pela alta de 15,6% na produção de Bens de Consumo Duráveis, a Indústria cresceu 2,8% em fevereiro de 2018, frente a fevereiro do ano passado. É a décima taxa positiva consecutiva da produção industrial, mas a menos acentuada desde setembro de 2017, quando registrou 2,6%.

Na comparação com janeiro, o resultado da Indústria também foi positivo, com variação de 0,2% em fevereiro, após queda de 2,4%. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada hoje pelo IBGE.

#praCegoVer Gráfico da produção industrial, comparando índices do mês e mesmo mês do ano anterior

Entre os Bens de Consumo Duráveis, categoria que abrange o segmento de eletroeletrônicos e o setor automobilístico, um dos destaques ficou por conta do aumento da produção de televisores. Considerando todo o setor de eletrodoméstico da chamada linha marrom, composta por televisores, aparelhos de som e similares, o aumento em fevereiro foi de 41,1% frente ao mesmo mês do ano passado.

“Esse crescimento já era esperado, porque, tradicionalmente, há uma produção expressiva de TVs nos três meses anteriores à Copa do Mundo” explicou o gerente da pesquisa, André Macedo.

Ainda na comparação com fevereiro de 2017, Bens de Capital também cresceu (7,8%), seguido por Bens de Consumo Semi e Não Duráveis (1,6%) e Bens Intermediários (1,5%), que ficaram abaixo da média do índice geral (2,8%).

“De modo geral, o aumento na massa salarial, a melhora gradual nos índices de ocupação e a redução das taxas de juros do comércio são fatores que ajudaram na melhora da indústria nesses últimos meses”, afirmou o gerente.

 


 

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