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IGP-10 varia 0,56% em abril

Fonte: FGV/Ibre

 

Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) variou 0,56% em abril, percentual superior à alta de 0,45% registrada em março. Com este resultado, o índice acumula alta de 2,04% no ano e de 1,31% em 12 meses. Em abril de 2017, o índice havia caído 0,76% e acumulava alta de 3,89% em 12 meses.
Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 0,70% em abril. Em março, a taxa havia sido de 0,63%. Na análise por estágios de processamento, os preços dos Bens Finaissubiram 0,77% em abril, ante 0,09% em março. A principal contribuição para este resultado partiu do subgrupo combustíveis para o consumo, cuja taxa passou de -3,38% para 2,96%. O índice relativo a Bens Finais (ex), que exclui os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, subiu 0,07% em abril. No mês anterior, a taxa havia caído 0,23%.
O taxa do grupo Bens Intermediários acelerou de 0,49% em março para 0,85% em abril. A principal contribuição para este movimento partiu do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de -4,26% para 3,00%. O índice de Bens Intermediários (ex),obtido após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, registrou alta de 0,51%. No mês anterior, este índice havia subido 1,27%.
O índice do grupo Matérias-Primas Brutas passou de 1,49% em março para 0,43% em abril. Contribuíram para a desaceleração do grupo os seguintes itens: minério de ferro (2,36% para -10,36%),mandioca (aipim) (0,10% para -5,32%) e suínos (-3,93% para -9,91%).Em sentido ascendente, os movimentos mais relevantes ocorreram nos itens milho (em grão) (5,08% para 16,25%), leite in natura(1,77% para 7,18%) e algodão (em caroço) (-1,94% para 5,00%).
Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,28% em abril. Em março, a alta havia sido de 0,10%. Seis das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação, com destaque para o grupo Alimentação (-0,31% para 0,20%). Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item frutas, que avançou 6,29% em abril após registrar alta de 0,84% no mês anterior.
Também apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos Habitação (0,15% para 0,36%), Educação, Leitura e Recreação (-0,27% para 0,13%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,37% para 0,59%), Vestuário (-0,08% para 0,39%) e Comunicação (0,00% para 0,03%). As maiores influências partiram dos seguintes itens: tarifa de eletricidade residencial (0,66% para 1,69%), salas de espetáculo(0,03% para 1,55%), artigos de higiene e cuidado pessoal (-0,26% para 0,47%), roupas (-0,07% para 0,74%) e pacotes de telefonia fixa e internet (0,05% para 0,67%).
Em contrapartida, os grupos Transportes (0,69% para 0,22%) e Despesas Diversas (0,17% para 0,03%) apresentaram decréscimo em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, os maiores recuos foram observados para os seguintes itens: gasolina (0,95% para -0,03%) e alimentos para animais domésticos (0,73% para -0,31%).
Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,30% em abril. No mês de março, o índice havia subido 0,12%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,56%, contra 0,27% no mês anterior. O índice que representa o custo da Mão de Obra variou 0,08% em abril. No mês anterior, este índice não registrou variação.

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