A importância do acordo com do Mercosul com a UE para o Brasil

A primeira grande vitória de Bolsonaro com apenas seis meses de governo, não resta dúvida, foi o acordo comercial com a UE, mesmo depois de sofrer ameaças de Angela Merkel, chanceler da Alemanha e Emmanuel Macron, presidente da França, que chegou a dizer que não assinaria nenhum acordo, caso o Brasil saísse do acordo de Paris (acordo do clima).

A importância desse acordo perseguido por vários governos nos últimos 20 anos, deve ser comemorado sim, pois os produtos brasileiros terão acesso a uma comunidade, de acordo com o Wikipédia, que inclui 22 estados-membros e 4 estados não membros da UE, com 500 milhões de habitantes.

Benefícios para o Brasil

Reinião do G20
Osaka – Japão, 28/06/2019) Presidente da República Jair Bolsonaro na Primeira Sessão Plenária da Cúpula de Líderes do G20. Foto: Alan Santos / PR

Para o consumidor brasileiro vai ser bom, pois haverá redução de preços dos produtos nacionais e importados, pelo aumento da concorrência. Para a indústria, vai ser bom, porque sentirá a necessidade de investir para melhorar a competitividade.

Novas indústrias serão instaladas no Brasil, com consequente aumento de vagas de trabalho.

Além de tudo isso, este acordo é um aval para outros países com os quais o Brasil deseja fazer acordos comerciais.

As críticas

Mesmo assim há pessoas que certamente não vão gostar. Veja por exemplo, o ex-presidente Lula. Com sua postura paternalista com os “companheiros” do Fórum de São Paulo, certamente vai criticar o acordo. Ou Celso Amorim que, em entrevista afirmou que o acordo foi celebrado com pressa.

Mas quem é Celso Amorim pra falar de maus acordos?

Ele não foi o chanceler que afirmou, quando da nacionalização das refinarias da Petrobras na Bolívia, que eles estavam certos e que a Bolívia era um país soberano?

Só para lembrar, nenhuma gestão do governo que servia, foi feita para reverter o quadro.

Isso sem falar das negociações com governos de esquerda quando o Brasil emprestou bilhões de reais em contratos que se mostraram de alto risco, e que agora serão pagos pela sociedade brasileira.

Com esse acordo feito, que venham Singapura e Japão. Quem sabe?

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